Aluna: Denise V. Souza Ferreira    RA: 91112

Turma: A

Comunicação e Língua Portuguesa II

Profº: Sérgio Bars

Pesquisa de Campo

Crônica sobre a Praça da Sé

A Cripta

No dia 13 de outubro de 2009, realizei uma pesquisa de campo determinada pelos professores, doutores Sérgio Bars e Dalmo de Oliveira, da Faculdade do Povo, onde visitei a Catedral Metropolitana de São Paulo ou Catedral da Sé, localiza-se na Praça da Sé, no centro da cidade de São Paulo. É um dos cinco maiores templos góticos do mundo. A catedral é o templo principal da paróquia de Nossa Senhora Assunção e São Paulo, criada em 10 de agosto de 1591, ela possui uma grande estrutura, suas medidas a tornam uma das maiores igrejas do Brasil e do mundo, sua arquitetura é magnífica e seu acabamento é todo revestido em mármore, ela possui também a  cripta localiza-se debaixo do altar principal e é um vasto salão suportado por várias colunas e arcos de perfil gótico. Nela estão sepultados bispos e arcebispos de São Paulo e vários personagens importantes da história do Brasil. Entre estes, encontram-se: o índio Tibiriçá e o cacique Guaianás, que teve papel importante na fundação de São Paulo. Outro personagem ilustre sepultado na cripta é o Regente Feijó, governante do Brasil durante o Período regencial.

Mas é muito triste o que eu pude observar ao redor da Igreja, na Praça da Sé há muitos moradores de rua, pessoas que não possuem perspectiva nenhuma de vida, vive em uma situação miserável, higiene precária, tomam banho no chafariz no meio da Praça, vivem em uma total decadência. São pessoas que se entregaram aos vícios das drogas, ao alcoolismo, a quebra de laços familiares e a marginalidade, pessoas que são desiludidas de tudo, que não tiveram uma oportunidade na vida e optaram viver nesta situação.

Infelizmente em meio a uma arquitetura tão contemplada, a Catedral da Sé existe essa situação precária ao seu redor, pessoas que vivem sem esperança alguma, vivendo no mundo da marginalidade, e sem esperança de ser feliz e de ter uma vida digna perante a sociedade.

Pesquisa de Campo – Profº Dalmo

28 de outubro de 2009

Aluna: Denise V. Souza Ferreira    RA: 91112

Turma: A

Arte e Cultura

Profº: Dalmo

Pesquisa de Campo

 

No dia 13 de outubro de 2009, realizei uma pesquisa de campo onde visitei lugares da Cidade de São Paulo como  a Faculdade Álvares Penteado, Catedral da Sé, Mosteiro São Bento, Pátio do colégio, USP Faculdade de direito, Viaduto santa Ifigênia e o Centro Cultural Banco do Brasil onde estava em  exposição a Virada russa em seus cartazes ,onde focava  sua atenção na produção artística criada na Rússia desde o começo do século XX até a década de 1930, importante não apenas para a cultura russa, mas para toda a arte internacional daquele período.

Essa exposição traz pela primeira vez ao Brasil algumas das mais importantes obras dos artistas de vanguarda russos que revolucionaram a arte européia no início do século XX.

A obra exposta realmente me encantou pudemos conhecer de perto um dos raros momentos da história em que uma revolução artística foi acompanhada por uma revolução social, política e econômica. As obras expostas produzidas em uma Rússia em plena ebulição artística e política.

Uma da obras que mais me chamou a atenção foi à cabeça de um camponês recriada em 1929 por Kazimir Malievitch, artista que fundou o movimento suprematista, movimento que o artístico russo, centrado em formas geométricas básicas – particularmente o quadrado e o círculo – e tido como a primeira escola sistemática de pintura abstrata do movimento moderno.

A Catedral Metropolitana de São Paulo ou Catedral da Sé localiza-se na Praça da Sé, no centro da cidade de São Paulo. É um dos cinco maiores templos góticos do mundo. A catedral é o templo principal da paróquia de Nossa Senhora Assunção e São Paulo, criada em 10 de agosto de 1591, ela possui uma grande estrutura, suas medidas a tornam uma das maiores igrejas do Brasil e do mundo, sua arquitetura é magnífica e seu acabamento é todo revestido em mármore, ela possui também a  cripta localiza-se debaixo do altar principal e é um vasto salão suportado por várias colunas e arcos de perfil gótico. Nela estão sepultados bispos e arcebispos de São Paulo e vários personagens importantes da história do Brasil. Entre estes, encontram-se: o índio Tibiriçá e o cacique Guaianás, que teve papel importante na fundação de São Paulo. Outro personagem ilustre sepultado na cripta é o Regente Feijó, governante do Brasil durante o Período regencial.

A catedral é a maior igreja de São Paulo, com 111 metros de comprimento, 46 de largura, duas torres com 92 metros de altura e uma enorme cúpula. Tem capacidade para abrigar 8.000 pessoas. No acabamento foram usadas 800 toneladas de mármore. Suas medidas a tornam uma das maiores igrejas do Brasil e do mundo.

Em termos arquitetônicos, a igreja tem forma de cruz latina, com cinco naves e transepto com cúpula sobre o cruzeiro. A fachada, dotada de um portal principal e uma grande rosácea, é flanqueada por duas altas torres. O estilo elegido foi o neogótico, então em voga no Brasil, mas a cúpula é inspirada por estruturas renascentistas como o célebre domo da Catedral de Florença.

Mas é muito triste o que eu pude observar ao redor da Igreja, na Praça da Sé há muitos moradores de rua, pessoas que não possuem perspectiva nenhuma de vida, vive em uma situação miserável, higiene precária, tomam banho no chafariz no meio da Praça, vivem em uma total decadência. São pessoas que se entregaram aos vícios das drogas, ao alcoolismo, a quebra de laços familiares e a marginalidade, pessoas que são desiludidas de tudo, que não tiveram uma oportunidade na vida e optaram viver nesta situação.

Infelizmente em meio a uma arquitetura tão contemplada, a Catedral da Sé existe essa situação precária ao seu redor, pessoas que vivem sem esperança alguma, vivendo no mundo da marginalidade, e sem esperança de ser feliz e de ter uma vida digna perante a sociedade.

O Pátio do Colégio[1] é um sítio arqueológico, onde foi levantada a primeira construção da atual cidade de São Paulo, quando o padre Manuel da Nóbrega e o então noviço José de Anchieta, jesuítas a mando de Portugal, resolveram estabelecer um núcleo para fins de catequização de indígenas no Planalto.

O Pátio do Colégio é o marco inicial no nascimento da cidade de São Paulo. O local, no alto de uma colina entre os rios Tamanduateí e Anhangabaú, foi o escolhido para iniciar a catequização dos indígenas.

Monumento situado no centro do Pátio do Colégio

Em 25 de janeiro de 1554 foi realizada em suas dependências – uma cabana coberta de folhas de palmeira ou de sapê de cerca de 90 m², ou, como descrita por Anchieta, de 10 por 14 passos craveiros (passo craveiro era uma medida linear portuguesa) – a missa que oficializou o nascimento do colégio jesuíta. Em 1556 o padre Afonso Brás, precursor da arquitetura brasileira, foi o responsável pela ampliação da construção original, que recebeu oito cubículos para servir de residência aos jesuítas. Brigas entre os colonos e religiosos culminaram na expulsão dos jesuítas do local em 1640, para onde só retornariam treze anos mais tarde. Na segunda metade do século XVII é erigida a terceira edificação, de taipa de pilão.

O Pátio do Colégio foi sede do governo paulista entre os anos de 1765 e 1908, após a apropriação do local pelo Estado, servindo como Palácio dos Governadores, devido à expulsão dos jesuítas de terras portuguesas, determinada pelo Marquês de Pombal em 1759. O antigo casarão colonial foi completamente descaracterizado por profundas reformas durante todo esse período, sobretudo no último quartel do século XIX.

Há fragmentos de uma parede do antigo colégio dos jesuítas na edificação atual, que procura simular a original seiscentista, visto que em 1896 a igreja foi demolida e o Palácio dos Governadores foi derrubado por volta de 1954, sendo inaugurado o conjunto no formato atual em 1979. Abriga o Museu Anchieta.

O Viaduto Santa Ifigênia, é um logradouro localizado no centro de São Paulo, com uso exclusivamente para pedestres. Começa no Largo São Bento e termina em frente a Igreja de Santa Ifigênia.

Sua estrutura foi totalmente fabricada na Bélgica, inaugurado em 26 de setembro de 1913, pelo prefeito Raimundo Duprat.

Atualmente, o viaduto é uma das principais ligações dos pontos mais altos do centro de São Paulo, passando sobre o Vale do Anhangabaú e a avenida Prestes Maia. São milhares de pessoas passando todos os dias, principalmente na hora do rush.